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Este é o livro de visitas do site Tertúlia. Vocês podem

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e participar com suas valiosas considerações a respeito do site.

                         Aqui vocês serão sempre bem-vindos.                           

                

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Texto comentado: Estava eu lendo Borges, de Luiz Guilherme Santos Neves (para ler, clique aqui)

 

Marcos Tavares disse:

Enquanto uns se jactam das páginas que escreveram, a mim muito me apraz ter lido (e sempre reler) esse outro Santos Neves, de nome Luiz (sim, Luiz  Guilherme).

 

Silvana Pinheiro Taets disse:

Estava eu lendo Luiz Guilherme, que lia Borges, e me encantei ao acompanhar o voo literário daquela manchinha de unha nas páginas do autor argentino. Que bom que Luiz se deixa levar por essas carochinhas. Não fosse assim, nós, que gostamos de ler suas histórias, perderíamos muito. A propósito, terminei recentemente a leitura de “Memória das Cinzas”, também do Mestre Luiz. Outro passeio literário que vale a pena percorrer. Não só pela homenagem sensível ao escritor e amigo Renato Pacheco, mas por se tratar de uma poética romanceada que resvala sobre questões substanciais da teoria literária no diálogo com a poesia de Fernão Ferreiro/Pacheco, em uma narrativa também carregada de poesia. Parabéns, Luiz. Você está sempre acertando nos voos.

 

Elizabeth Martins disse:

Dia desses li uma crônica de Maria Sanz com o título Imagine, gostei muito.Hoje leio aqui o que faz a imaginação do Professor Luiz com a mancha-gaivota na unha do seu polegar ao ler Borges. Permite o vôo à avezinha, brinca absorvido pelo encanto e a doce cadeia da imaginação faz com que depois permita o retorno da mancha ao seu ninho de ave.Imagine! diria Maria Sanz.
 


 

Vídeo comentado: Reinaldo Santos Neves e A ceia dominicana (assista ao vídeo)

 

Elizabeth Martins disse:

Uma delícia ver e ouvir um escritor brilhante como Reinaldo expor o seu processo de criação, inspirações e influências, na escrita de mais um dos seus excelentes romances. Fã declarada da literatura que Reinaldo produz venho, mais uma vez, recomendar a leitura de seus livros e agradecer a chance de conhecer um pouco mais dessa grande figura da literatura (bem) nascida no Espírito Santo.

 


 

Texto comentado: Apresento-lhes Samuel Cortês, de Pedro J. Nunes (para ler, clique aqui)

 

Herbert Farias disse:

Interlocutor culto, esse Samuel Cortês. Vale a pena pagar outros pingados para ouvir essa lúdica lamentação. Bem, lamentação já é com Jeremias, em outro quarteirão da Bíblia. Parabéns por sua escrita sempre aguda, Pedro. Voltarei em breve, certamente.

 


 

Tertuliano disse:

Somente hoje leio que Marcos Tavares disse que o buscador a que recorreu para chegar ao site Tertúlia o levou por descaminhos inusitados, inclusive fazendo-o dar com os costados numa churrascaria homônima do site. Um bom churrasco não se despreza e, no geral, os seres humanos, principalmente os chamados brasileiros, preferem um repasto razoável a uma boa leitura. Não é este, por certo, o caso de MT, escritor de verve apurada, que continuou sua busca teimosa até chegar ao nosso Tertúlia para nele sorver do mais puro licor das letras capixabas (!), servido ao natural por não ser criogenicamente conservado nas reles latas do Bispo Sardinha. Ainda bem, não é, Marcos? Agora, que criogenicamente foi demais, isso foi. Tertuliano.      

 


 

John Lester disse:

Raras vezes pude gozar da amizade de pessoas tão especiais, como é o caso de Pedro J. Nunes. Suas iniciativas certamente produzirão frutos nascidos de árvore não envenenada.
 


 

Marcos Tavares disse:

A quem me queixo? Pus-me a buscar esse site e, inopinadamente, lançou-me o Buscador num tal Consciologia Tertúlia e, logo após, numa Churrascaria homônima. A continuar tal sacanagem, certamente obra de Pedro Malasartes, irei prestar queixa naquela especializada Delegacia da Chapot Presvot, aquela do galo no cocuruto; ou, noutra hipótese, ao Bispo Sardinha, ora criogenicamente conservado numa reles lata.
 


 

Texto comentado: O ponto, de Luiz Guilherme Santos Neves (para ler, clique aqui)

 

Elizabeth Martins disse:

Que delícia é ler o professor, mestre Luiz Guilherme, em suas crônicas onde a palavra flui, brinca, satiriza, com a classe e elegância de quem domina a prosa e encanta o leitor. Ponto para o cronista, um nobre e sábio "encantador de leitores".

 


 

Francisco Grijó disse:

Naquilo a que se propõe - divulgar uma literatura setorizada -, o site Tertúlia é dos melhores do Brasil. E nem me venham argumentar que essa afirmação é corporativa ou consequência da amizade. Seria reduzir demais a importância de um espaço em que o autor capixaba - e aquilo que ele produz - tem visibilidade e no qual se pode colocar a cara para bater. Sim, no fim das contas a arte é isso.

 


 

IGREJA E RESIDÊNCIA REIS MAGOS - NOVA ALMEIDA: FOTOGRAFIA E TEXTO DE PEDRO J. NUNES (PARA VER E LER, CLIQUE AQUI)

 

Marcos Tavares disse:

Em tempos de tantos templos e várias presepadas,eis que Pedro J. Nunes, com seu olhar artístico, altamente sensível, consegue fazer com que nós também enxerguemos muito além da mera arquitetura, muito além da fé  que move multidões e (dizem) montanhas. Parabéns!

 

Clério José Borges disse:

Parabéns por divulgar Nova Almeida e a Igreja dos Reis Magos.

 


 

Ítalo Campos disse:

Belíssimas as homenagens feitas a Miguel pelos poetas Fernando Achiamé e Oscar Gama. Ao poeta, poemas e palavras. Poesia. A revista Tertúlia está de parabéns: beleza na forma e no conteúdo.

 


 

TEXTO COMENTADO: CAPRICHOS DE FANTASMA, DE LUIZ GUILHERME SANTOS NEVES (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Caco Appel disse:

Mais uma crônica deliciosa de Luiz Guilherme. Irônica e rica em citações. Humor fino, elegante, nos conduzindo suavemente em um passeio por outros tempos já não muito recentes (ficamos velhos, sem anestesia).

 


 

TEXTO COMENTADO: APADRINHADOS DE NETUNO, DE IVAN BORGO (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Caco Appel disse:

Ler Ivan Borgo sempre me faz lembrar de coisas da minha vida. Aqui, em \"Apadrinhados de Netuno\", fui levado de volta às minhas temporadas de férias na praia (dos meus 5 ou 6 anos de idade, até pouco depois dos 17, todos os anos a família se \"mudava\" de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, para Camboriú, em Santa Catarina). Eram 3 meses de sol, areia, comida praiana e mar. Na ocasião, tudo muito intenso para minha cabeça jovem. Tempos que se foram, mas para qualquer um é assim. Sem saudosismo abraço os dias que vivo, mas é bom lembrar e Ivan me ajuda. Obrigado, querido amigo.

 


 

Ana Cristina Costa Siqueira disse:

Prezados Senhores do \"Tertúlia\", Caro Pedro J. Nunes: Os autores que mantêm essa gostosa tertúlia e a estendem aos leitores abrem um espaço de comunicação interessante, que envolve uma busca além da ficção e até mesmo da crítica que a circunda - os \"bastidores\" e o criador da trama, a lenha da trama (e a chama), a brasa embaixo das cinzas, \"escamoteada\", e, enfim, a vida em tempo real. Aos ficcionistas, a ficção; às palavras, a razão a que vêm; ao homem, o tempo de ser e - por que não? - de sentir. Luiz Busatto, em suas referências ao fazer poético, mencionou a emoção. O que será de fato essa emoção? Eu diria que, não importando a forma - tão diversa de um autor para o outro (ou entre textos) - que essa emoção é um lampejo singular de humanidade, tangível como o luar sobre a água, na mobilidade do silêncio e de seu grito - onde somos abissais e, às vezes, caricatos. Onde somos ambíguos. Essa emoção é captura de um determinado olhar sobre a obra, capaz de transformá-la, sem tocar em um só fio de sua trama. Gostaria de registrar que amei o depoimento dos escritores presentes no debate-papo, por ocasião do lançamento do projeto \"Nosso Livro\" - muito bem idealizado.

 


 

TEXTO COMENTADO: RÉQUIEM POR UM AMIGO, DE OSCAR GAMA (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Marcos Tavares disse:

Tem razão Oscar Gama: fascínio pelo  suicídio era uma característica do Miguel Marvilla. Certa vez, quando ainda inédito, queria lançar-se do alto do Edificio RURALBANK, junto (é claro !) com os seus poemas. Era uma forma de chamar atenção para o mundo, que se mostrava insensível a um então jovem poeta, sonhador e , sobretudo, "antena da raça". Talentosíssimo, M. M. digitava como ninguém :talvez, nisso, até superasse o também agilíssimo Fernando Tatagiba. Ator capacitado, decorava todo o texto (e marcações) já numa primeira leitura. Foi editor caprichoso: suas publicações granjearam-lhe  elogios. Escritor refinado, sua obra, estudada por acadêmicos, a exigentes leitores agrada e a críticos resiste.  
 

Jorge Elias Neto disse:

Bela homenagem do poeta Oscar Gama para o amigo Miguel Marvilla. Grande abraço

 


 

Tânia disse:

Fiquei contente de conhecer o site.

 


 

TEXTO COMENTADO: ANTHONY WILSON, DE PEDRO J. NUNES (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Francisco Grijó disse:

O rapaz é realmente bom, Pedro. Tenho uma DownBeat que o elogia como se ele fosse o novo nazareno, uma figura quase santificada do novo cenário das cordas no jazz. Valeu a postagem.

 

Edu disse:

Gerald Wilson lidera uma orquestra, guardadas as devidas proporções, a Orquestra Jazz Sinfônica aqui de São Paulo, com a participação voluntária, a principal diferença, de dezenas de músicos que "labutam" nas casas de jazz de NYC. Tem quase uma dezena de discos. Alguns muito bons.

 

John Lester disse:

Bem, ser um artigo bem escrito não é novidade alguma. O que me interessou realmente foi o leitmotiv.

 


 

Aline disse:

Deixo aqui consignado o meu lamento pela passagem do poeta Miguel Marvilla, amigo e ser humano maravilhoso... Embora ele seja imortal, sua presença física retirou de mim meus mais reluzentes sorrisos. Fiquemos com seus escritos, cheios de vida.

 


 

VÍDEO COMENTADO: LUIZ GUILHERME SANTOS NEVES E O BREVIÁRIO DO FOLCLORE CAPIXABA (ASSISTA AO VÍDEO)

 

Márcia disse:

Gostei muito da divulgação da obra Breviário do Folclore Capixaba. Pois a obra considera as riquezas do folclore capixaba, muito pouco conhecido nas escolas. Sou professora de Língua Portuguesa e penso que o folclore deveria ser mais divulgado nas escolas, fazendo parte do currículo de nossos alunos, pois os saberes de um povo devem ser repassados às futuras gerações para que não se percam.
Parabéns Luiz Guilherme por sua dedicação à preservação da cultura capixaba!

 


 

Simone Sales disse:

Estou muito feliz por ter encontrado este site, gostaria de contar com a presença de um autor capixaba na comemoração do Dia Nacional do Livro na escola em que trabalho, gostaria de saber como posso conseguir isto.

 


 

TEXTO COMENTADO: JAZZ MADE IN SICÍLIA - OU MUITO MAIS, DE PEDRO J. NUNES (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

John Lester disse:

Parabéns por mais um excelente texto, sobre excelente assunto.

 

Olney Figueiredo disse:

Com um "timaço" desses, o disco deve mesmo ser muito bom!

 


 

Ana Paula disse:

Olá, sou professora do ensino fundamental da rede municipal de Cariacica e tenho uma turma alegre e inquieta; dia desses, falando com eles sobre o bairro, me perguntei por que não mergulhar estas pessoinhas recheadas de curiosidade no mundo da literatura infantil de autores capixabas? Graças a Deus encontrei vocês!!!

 


 

Rodolfo Guimarães Neves disse:

Saudade do Espírito Santo e de sua literatura. Parabéns pelo site.
Rodolfo - Olinda-PE

 


 

Lorrane Rasseli disse:

Gostei muito das ideias da professora Regina, espero que este não seja o único projeto dela. Que venham então, muitos outros. Gostei do site Tertúlia por ele ser educativo e incentivar as pessoas a ler cada vez mais.

 


 

Lusinete Pereira dos Santos Araújo disse:

Sou professora de séries iniciais, no ano de 2009 fiz um trabalho de leitura com meus alunos em que eles iriam escolher vários livros para ler e o mais escolhido foi o livro de Elizabeth Martins: "O jardim de Laila". Apresentamos esse livro a toda a escola com a participação dos pais. A dramatização do livro, para a qual as crianças ornamentaram a escola de acordo com as paisagens encontradas nos livro e personagens, foi maravilhosa, registramos o momento e as crianças tiveram a ideia de fazer uma cartinha à autora que de imediato nos respondeu, orgulhosa e agradecida pelo trabalho. Foi realmente um presente maravilhoso que Elizabeth deu aos meus alunos que já são leitores e admiradores dela, tenho certeza que jamais irão esquecer desse momento tal como não esquecerão do livro e da autora. Só tenho que agradecer a minha querida e amada Elizabeth, que você possa cada vez mais contribuir com a formação de nossos leitores.

P.S.: Lusinete é professora em Conceição da Barra, ES.

 


 

TEXTO COMENTADO: ZÉZIN, DE MARILENA SONEGHET (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Francisca Lacerda disse:

Lindo o texto. Marilena conseguiu a proeza de superar-se. Doce, terno, comovente.
 


 

Martinho Rassch disse:

Recentemente, eu estive relendo "Vilarejo e Outras Histórias", e novamente fiquei encantado com os contos, mormente com as deduções do narrador. Em "O Relógio", o narrador diz que "o homem pode todas as coisas, desde que abdique da lucidez". Eu costumo dizer que me interesso mais pelo mundo dos loucos, porque o mundo dos certos é muito sem graça. A loucura é um tema que muito me atrai na Literatura, seja a loucura propriamente dita ou aquela adquirida pela obsessão da busca pelos ideais que norteiam o ser humano. O romance de Machado de Assis que mais me impressiona é "Quincas Borba", justamente devido à loucura de Rubião. O próprio autor teria dito que nessa obra fez um ensaio sobre a loucura.

As ações das personagens de "Vilarejo e Outras Histórias" são sempre imprevisíveis, incompreensíveis, assim como o são o futuro da humanidade. Eis o ingrediente fundamental à vida: uma pitada de loucura!

 


 

TEXTO COMENTADO: O ESQUELETO E A BIBLIOTECA, DE LUIZ GUILHERME SANTOS NEVES (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Marcos Tavares disse:

É  um refinado escritor esse outro (mais outro!) Santos Neves, agora, o Luiz Guilherme. Em tudo quanto escreve inventa de imprimir uma elegância frasal, um desconcertante concerto de forma e conteúdo. Exata é a sua palavra ("  le mote juste " , como o querem os francófilos). Prima, sobretudo, não raro, pelo nonsense. E , aranha, vai tecendo a sua teia, enredando-nos com o seu ardiloso enredo. E sabe ele para onde vai, sem cair, nem tropeçar na própria engenhosidade. Confidencio ser dele um fiel ledor desde os áureos tempos da revista VOCÊ , quando , sob o pseudônimo Luis de Almeida, mirante do alto de sua gávea,  encarnava um certo Escrivão da Frota.
Soma-se esse conto à mais fértil  safra luiz-guilhermina: é mais hamletiano do que Shakespeare. Eis a questão.
 

Joana D'Arc Masioli disse:

Simplesmente adorei esta crônica, ri um bocado, serviu e muito para descontrair no trabalho.  Saudações Culturais,
Joana D'arc Masioli
Bibliotecária e Bacharel em Direito

 

Rogério Coimbra disse:

Que bom ler LGSN. Texto leve, hilário, que nos traz o prazer da leitura. Quem sabe, sabe, conhece bem, como é gostoso escrever bem.  

Meu sonho é filmar partes do Escrivão da Frota, para o qual convidei Sérgio Medeiros, que já filmou Renato Pacheco. Sonhos e falta de apoio.  

Tertúlia está bombando.

 


 

TEXTO COMENTADO: COM UM CRAVO NOS DENTES, DE LUIZ GUILHERME SANTOS NEVES (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Elizabeth Martins disse:

Já dizia Mário Quintana de como a beleza está nas coisas simples. Muitos de seus poemas surgiam da observação delas. E aí está o nosso querido Luiz Guilherme fazendo de um cravo-da-índia objeto de pura poesia e prazer para nós, seus fiéis leitores.

 


 

TEXTO COMENTADO: ALGO A RESPEITO DO ATO DE ESCREVER, DE PEDRO J. NUNES (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Luiz Guilherme Santos Neves disse:

Bem-vindo Pedro em seu Almanaque Íntimo, pisando  com seriedade o terreno das idéias em geral e da Literatura. E começou com pé direito, escrevendo sobre o ato de escrever. Que é tudo o que foi dito mas, acima de tudo, escrever é ato de libertação.  

 

Francisco Grijó disse:

É isso, caro Pedro. Cortázar dizia que o escritor já nasce escritor. E, com o passar do tempo, vai desaprendendo, até chegar o momento em que nem o próprio nome ele saberá reproduzir. É a vida, ao contrário. Mais ou menos como a vemos. Seja bem-vindo o Almanaque Íntimo.

 

Karina Fleury disse:

Ufa! Espero não ter chegado tarde para parabenizá-lo pelo Almanaque Íntimo. Concordo, começaste bem tratando da palavra escrita, arte que você domina (ou que te domina?). Ler-te é um arrebatador processo de (re)viver, de (re)ver-se na/com vida. 

 


 

TEXTO COMENTADO: OS LONGOS LAMENTOS DOS VIOLINOS DE OUTRORA, DE LUIZ GUILHERME SANTOS NEVES (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Pedro J. Nunes disse:

Eis a qualidade de um bom cronista: percepção única, em vernáculo artístico, de um fato prosaico. Luiz Guilherme Santos Neves fez bem em retomar a crônica. Sorte nossa.

 

Elizabeth Martins disse:

Terminei agora a leitura de Os longos lamentos dos violinos de outrora, do sempre querido professor Luiz Guilherme, e pude me deliciar com sua escrita que nos toma e nos leva pelas esquinas de Vitória, pelo fascínio do que se apresenta de jeito a aguçar a nossa curiosidade e nos fazer caminhar pelo texto tão elegante e "distinto" como a outonal senhora de branco vestida. Que logo venham mais textos, professor!

 


 

Josana Nunes disse:

Este site é muito importante para a divulgação da cultura capixaba.

 


 

TEXTO COMENTADO: APRESENTAÇÃO, OU DO PROPÓSITO, DE PEDRO J. NUNES (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Rogério Coimbra disse:

Eu, um lento leitor, ainda acredito muito nos homens, apesar de cifras ocultas ou de amontoados de assassinatos. A vida gira e a vida é bela e  farta —  vamos aproveitar e nos divertir.

 

John Lester disse:

Agora mais essa: quando tudo parece estar irremediavelmente na sombra, vem Pedro J. Nunes iluminar a NET.

 

Carlos Rezende disse:

Meu caríssimo conterrâneo Pedro J. Nunes, a primeira vez que li um escrito seu ocorreu-me algo bastante inabitual: tive a sensação de que suas palavras iam ter à minha mente sem nenhum esforço de comprensão, nem mesmo o de meus olhos que, na ocasião, já tinham sido exercitados imoderamente.
Perguntei-me intrigado: esse homem escreve por telepatia? Será que as palavras que ele usa são algoritmos poderosos, ultracondensados, que chegam até nós por virgens e insuspeitados atalhos?
A resposta era mais simples:o homem escreve muitíssimo bem.

 


 

 TEXTO COMENTADO: AGNUS DEI, DE SÉRGIO LUIZ BICHARA (PARA LER, CLIQUE AQUI)

 

Elizabeth Martins disse:

Com este texto, Sérgio Bichara confirma o belo escritor dos textos que dele já conheci. Corajoso, confessional, em linguagem simples e direta, fala dos sofrimentos desnecessários pelos quais passaram nossas pobres almas, presas inocentes, e facilmente impressionáveis, dos dogmas da religião que nos era ensinada nos bancos das escolas católicas. Culpa, pecado, medo, perdão, perdão e mais perdão... Esqueceremos um dia? Belo texto, Sérgio.

 

Yedda disse:
A dor da desilusão e da desesperança explícita, não apenas neste texto, como também  em outros textos seus que tive a oportunidade de ler, coadunam-se muito bem com o pensamento de Samuel Becker citado acima. Parabéns, Sérgio!

 

José Ailton Baptista da Silva disse:

Caro amigo Serginho: parabéns, gostei muito e não poderia ser diferente, pois a sua inteligência sempre foi e será privilegiada. Enviei um comentário, que foi disparado antes que eu o concluísse, por um erro de "dactilo afobadus" aqui no meu notebook. Perguntei ao final se foram somente dois passarinhos mesmo que você prendia, e não soube colocar o ponto de interrogação final na frase. Um abraço e nossos incentivos. Que você tenha sucesso. José Ailton.

 

Francisco Grijó disse:

É isso, meu caro Bichara. A literatura agradece esse tom crônico de seu texto, essa honestidade que se expõe em cada parágrafo, em cada sentença que, proferida "con alma" - como diria Gillespie -, revela a verdadeira face de quem é escritor. Em frente, sempre. Continue!

 

Tertuliano disse:

Em Agnus Dei Sergio abre o coração, com apuro de fina literatura, como se falasse através das tramas de um confissionário.E o faz de forma pungente, expiando os resquícios renitentes de um sentimento de culpa que brota ainda dos sofrimentos espirituais que deita raízes nos tempos da infância, sob a carga inquisitorial das prédigas dos Torquemadas. E só quem passou por esta opressão  espiritual e psíquica como "cordeiro de Deus" é capaz de avaliar o quanto ela é pesada e castradora. Mas há também no texto de Sergio um substrato que funciona como segunda linguagem que resgata o cenário sócio-histórico de uma cidade que começava a largar a casca do provincianismo, e  que constitui o ambiente em que a narrativa se processa, captável pelos que viveram a Vitória que Sergio revivencia em sua confissão redendora. É um mérito a mais para o seu texto. Tertuliano.

 

Kamila Brumatti disse:

O texto de Sergio flui, é livre, corrente, sem aclives ou percalços ao leitor. Por essa mesma tranqüilidade, a linguagem dessacraliza o tema, fazendo-o cotidiano, fazendo-o crônica. O forte tom pós-moderno não se esgota na falta de sensacionalismo narrativo. Sergio consegue, mais uma vez, entrelaçar ficção e real, quebrando a rigidez de suas fronteiras. Parabéns amigo!

 

Mariana Maciel disse:

Sérgio, com este texto confirmei o que já havia notado desde a primeira aula que ministrei para a turma da qual você faz parte, a sua sensibilidade e preocupação com as questões inerentes ao ser humano. Acima de tudo, pude ver uma pessoa desprovida de preconceitos e interessada em diversos conhecimentos, mesmo naqueles que a princípio não lhe dizem respeito. Continue assim, utilizando seu talento como escritor para difundir idéias e tornar públicos os sonhos, as angústias e o anseio dos demais, o que só não se faz mais visível por falta de espaço e medo de represália... Um grande abraço.

 

Célia Regina disse:

Belíssimo texto, Sérgio. Parabéns pela escrita impecável e pela leveza com que conseguiu apresentar esse tema.
 

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