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Este é o livro de visitas do site Tertúlia. Vocês podem

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e participar com suas valiosas considerações a respeito do site.

                         Aqui vocês serão sempre bem-vindos.                           

                

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Texto comentado: Tiroteio na praça do Carmo: Luiz Guilherme Santos Neves (para ler, clique aqui)

 

Marilena Soneghet escreveu:

Olá, Luis Guilherme. Ao receber hoje o Tertúlia, fui direto ler seu texto (falou em "Carmo" mexeu comigo). Seu adorável fantasma me trouxe à lembrança um dos relatos que impressionou minha infância, de quando papai e mamãe (com minha irmã Elza, a primogênita, de 3 meses, nos braços) vinham andando perto do Carmo e ali, na altura da casa de Moacir Lofego (que ficava na esquina), foram surpreendidos por repentino tiroteio. Mamãe agachou-se atrás da mureta do jardim da casa, com papai a protegê-la heroicamente com seu corpo. Foi no tal 13 de fevereiro. Eu, pequena, conseguia imaginar o susto dos dois e sentia uma pontada de angústia pelo que tinham passado. Anos mais tarde, Tio Antonio (Gil Vellozo), que também era meu padrinho de batismo, contou-me que nessa ocasião ele, moleque de seus 14 anos (por aí...), aproveitando a confusão, meteu-se colégio do Carmo adentro (por pura metidice), no intuito de esconder-se – "emergência" que logo se tornou aguda curiosidade para ver os aposentos secretos das feiras que tinham sempre uma aura de mistério. Por lá espionando, acabou assomando à sacada central, a principal, – onde por vezes se reuniam as irmãs tendo ao centro a diretora – de um jeito muito solene...) – lá chegando a coisa não estava para brincadeiras, uma bala passou silvando, perto dele. Tomou o maior susto. Essa outra história me soava bem divertida – coisa de garoto em busca de aventura... Pois é, adorei sua história, a maneira como você a desenvolveu com esse seu toque único, inteligente, humorístico, irônico...

 


 

Texto comentado: O homem vestido de verde: Luiz Guilherme Santos Neves (para ler, clique aqui)

 

Caco Appel escreveu:

Terminei de ler o inspiradíssimo texto do Luiz Guilherme cansado, suado e o coração apertado diante do \"Sísifo\" capixaba, condenado a varrer poeira nas estradas sem fim.

 


 

Texto comentado: Na livraria: Pedro J. Nunes (para ler, clique aqui)

 

Ana Cristina Costa Siqueira escreveu:

Caro Pedro J. Nunes: Você consegue ser original de uma forma encantadoramente simples. De você pode-se esperar aquela pitada a mais que faz a diferença. Abração. Sucesso.

 


 

Texto comentado: Trinta anos depois: Luiz Guilherme Santos Neves (para ler, clique aqui)

 

Caco Appel escreveu:

Em "Trinta anos depois" Luiz Guilherme comete uma delicada e encantadora diabrura ao "mexer nos brinquedos do irmão". Imagino que esse texto leve o visitante de Tertúlia, que ainda não leu o conto "Arábia feliz", de Reinaldo Santos Neves, a sair à procura. Sorte dele, que vai encontrar o texto em sua atual embalagem, a bordo do livro "Heródoto, IV, 196" (Editora Cousa), onde convive com outros contos da mesma qualidade, ou melhor, como o sensacional "Mistério na montanha".

 


 

Texto comentado: Asaema e a escola amarela: Ivan Borgo (para ler, clique aqui)

 

Herbert Farias escreveu:

Viajei tempoléguas aos meus primeiros bancos escolares, ao mesmo tempo em que construía na imaginação, segundo o mestre Mazzini, a sala de aula e a escola por ele descritas. Primor de crônica, cinematográfica, que me pôs dentro da cena, recriada e mágica, nunca a mesma mas sempre desejada. Obrigado, navegante!

 


 

Texto comentado: Ao fim e ao cabo: Luiz Guilherme Santos Neves (para ler, clique aqui)

 

Zeca Tana escreveu:

Texto maravilhoso, diverti-me pra valer. O jogo de palavras é para bem poucos. No fim e no cabo, bato palmas. Parabéns!

 


 

Texto comentado: Uma quase trágica história de amor: Pedro J. Nunes (para ler, clique aqui)

 

Maria Helena Cota Vasconcelos escreveu:

Esta ilha tem história. Ponto de encontro de cavalos marinhos e peixes coloridos. De estrelas do mar e estrelas cadentes. De horizontes azuis. De belezuras. De meninas que descobriam isto com alegria e gosto. De caminhadas sem interrupção de cercas, sem barreiras de cimento, cujos portões só se abrem com ordens de donos. Meninas viram mulheres (vira...vira... vira mulher, vira sereia) e também gostam de rever lugares. Não é justo caçá-las com armas de fogo e ainda mais dizendo que é por amor. Outros motivos casam melhor. Posse. Insegurança. Machismo. A Ilha do Boi é sim uma igreja.

 


 

Texto comentado: Temporada de pêssegos: Pedro J. Nunes (para ler, clique aqui)

 

Domingos Fernando escreveu:

Pedro, que crônica maravilhosa. Juro como gostaria de tê-la escrito. Somente um senão, anos e anos fomos vizinhos e nunca soube que você torcesse para o Motorista. Quanto ao craque Tide, comungamos do mesmo pensamento. Ele era incrível. Ao contrário de você sou amante do futebol e torcedor do Americano, porém joguei pelos dois. Parabéns, linda crônica. Abraços, Careca.

 

Jonilton escreveu:

Lindo texto, preciso, sensível e cheio de emoção. Me transportei para aquele tempo descrito. Que tal uma continuação, tipo Temporada de ......2, 3, 4, etc.

 

Sérgio Bichara escreveu:

Caro amigo, seu texto é lindo, como tudo que você escreve. Adoro pêssegos. E futebol também!

 

Edson Lobo Teixeira escreveu:

Pedro, esse texto é uma pérola das crônicas citadinas, referindo-se à nossa querida Calçado. Parabéns!!!

 

Sarah Vervloet escreveu:

Pedro, acho que a crônica é sempre um tanto nostálgica. Afinal, é do tempo que ela surge, e há tempos que não voltam. Gostei bastante, mesmo. Parabéns! Já o futebol... bem, é um caso de amor e ódio para mim. Acho que minha história também dá uma crônica. Vou pensar nisso. A verdade é que não se faz futebol como antes - me deleito nos vídeos antigos, talvez porque tudo tenha virado um gigantesco comércio. Também para isso que a crônica nos serve: para nunca esquecermos dos momentos sublimes, ou daquilo que realmente marca, independente dos poréns. Já o cronista, acredito eu, tem toda a capacidade de convidar o leitor para viver também da crônica. E, nisso, você foi brilhante. Continuemos crônicos!

 

Domingos Fernando escreveu:

Mais um detalhe: Você escreve muiiiiito bem. Escreve como alguém que narra um história, numa dicção perfeita e num português corretíssimo. Inveja sadia sinto e um orgulho que não cabe em mim, por sermos amigos. 

 


 

Vídeo comentado: Depoimentos sobre Rubem Braga (para assistir, clique aqui)

 

Ivan Borgo escreveu:

Nas justas homenagens feitas a Rubem Braga, nosso maior cronista, faltavam esses depoimentos carregados de calor humano. Afonso e seus saborosos comentários sobre o quotidiano de Rubem nos fazem admirar ainda mais o grande escritor. A viagem de Rubem à Bahia, mencionada pelo Álvaro, nos diz um pouco de como ele se municiava para exercer seu ofício. Parabéns. Abraços. Ivan Borgo.

 


 

Texto comentado: Há literatura no Espírito Santo: Pedro J. Nunes (para ler, clique aqui)

 

Karina Fleury escreveu:

Sua voz ecoa ainda em meus ouvidos, Pedro: \"Há literatura no Espírito Santo. Há!\" Que maravilha para um(a) estudioso(a) dessa literatura poder contar com este seu/nosso site!

 


 

Texto comentado: O fantasma da praça: Luiz Guilherme Santos Neves (para ler, clique aqui)

 

Márcia Ribondi escreveu:

Depois que li toda crônica, retornei ao início para verificar como estava o busto de Costa Pereira. Coitado! Realmente todo sujo. Então lembrei-me que muitas e muitas vezes passei por ele(o busto), ali na Praça Costa Pereira, tão inerte e silencioso, e pouca importância lhe dei. Esta crônica fez-me lembrar de quantas vezes caminhei por entre todas as estátuas, sempre presentes na Praça Costa Pereira, e tão pouca importância lhes dei. Esta crônica lembrou-me que como cidadã, nascida e criada no centro da cidade, e também como tantos outros, nascidos e criados no centro, deveríamos unir nossas forças, ou melhor, mãos, e limpar todos os bustos dos homens que fizeram a nossa história. Depois que li esta crônica sinto que estou devendo alguma coisa à Praça Costa Pereira, ou seja, passar passeando e não correndo, e devagar bem devagarinho, observar cada ilustre busto, lembrando da importância de cada um na historia do Espírito Santo. Com certeza, se eu tivesse a juventude de outrora, pegaria um balde com água e um esfregão, e limparia todos os bustos que habitam calados a nossa Praça Costa Pereira. Eles, com certeza, merecem.

 


 

Texto comentado: O ploc: Luiz Guilherme Santos Neves (para ler, clique aqui)

 

Ivan Borgo escreveu:

Luiz. Sempre impliquei com sons onomatopaicos num texto. Me parecia que uma insegurança qualquer produzia um plaft, um ploft. Sua saborosa crônica do ploc me fez reavaliar esse conceito. Abraços, Ivan.

 


 

Texto comentado: Álvaro: Ivan Borgo (para ler, clique aqui)

 

Caco Appel escreveu:

Meu caro Ivan Borgo, que me lembre, não tive dificuldades com o Dostoievsky, ao contrário, já gostei muito de coisas que ele produziu. Nem empaquei com nenhum outro escritor russo, mas já tive dificuldades com alguns textos de uns e outros deles. Como já deve ter percebido, sou onívoro, do tipo que lê bulas de remédio na falta de coisa melhor. Meu problema é com o texto, com o assunto nele utilizado para dar o recado, menos com o autor. Pra ser sincero, essa questão me lembrou de que preciso fazer uma revisão nessa área de minhas leituras, os escritores clássicos. Faz tempo demais que os li e a memória não é um negócio em que podemos apostar todas as nossas opiniões.

 


 

Texto comentado: O grande sabá comemorativo do centenário do Parque Moscoso: Luiz Guilherme Santos Neves (para ler, clique aqui)

 

Caco Appel escreveu:

Outro dia, algo invisível, que agora, depois da leitura da crônica do professor Luiz Guilherme, deduzi que também só podia ser um fantasma, me bolia nas ideias. Ele me fazia sentir como se minha memória ondulasse, como café quente assoprado, e dali, qual um aroma, me saíram lembranças de um outro parque. Infelizmente, para meus amigos dessas bandas, não tenho registrado assuntos do centenário Moscoso, mas, nem por isso, deixei de ter um parque na minha história: o Parque da Redenção, de Porto Alegre, lá do sul. No Parque da Redenção aprendi a andar de bicicleta, caí na lagoa dos jacarés - de onde saí apavorado e rápido como um foguete -, brinquei de polícia e ladrão, corria com os amigos e passeava com meus pais e irmãos, invariavelmente, todas as semanas. Aquele parque foi criado tempos antes do Moscoso para "os utilíssimos e necessários fins de conservação de gados que matam nos açougues desta vila". Isso em 1807 e seu primeiro ajardinamento aconteceu em 1901, do que se conclui que o "meu parque" é mais antigo do que o parque do professor Luiz Guilherme. Mas não são para picuinhas essas poucas letrinhas e sim para lembrar aos amigos que se não fosse pela memória de um e de outro e, de vez em quando, o salutar encontro com um fantasma, não teríamos do que escrever para vocês, nem o que ler um do outro. Obrigado, à Tertúlia e ao Luiz Guilherme, por me proporcionarem, mais uma vez, a alegria da leitura de um texto inspirado.

 


 

Texto comentado: Continho recente: Pedro J. Nunes (para ler, clique aqui)

 

Sunny Landrit escreveu: Puxa... Eu acho que esta padaria tem sido palco de muitas atitudes que são um "lixo"... Quando você se referiu ao senhor alto, lembrei-me de um moço que foi mal educado comigo que era alto, bem alto... Amo seus escritos. Tenho orgulho de ser sua colega de letras. Um grande abraço. Ah, João! menino esperto...

 

Ivan Borgo escreveu:

Como diz Luís, o Marquês de Ibitirama está em grande forma. Gostei muito do texto. Já vivi situações semelhantes. Mas será que a culpa é mesmo das mães? De qualquer forma, a atitude final do menino é a esperança de que a cortesia vai prevalecer. Abraços.

 


 

Texto comentado: Tardes amarelas: Ivan Borgo (para ler, clique aqui)

 

Caco Appel escreveu:

É de se notar o que as crônicas de Ivan Borgo me causam. Me chacoalham a memória de tal forma que de lá brotam lembranças improváveis. Aqui, vai mais uma. Vindo de Porto Alegre, eu era um recém chegado, nos meus 15 anos de idade. Já ia pela metade o ano de 1968 (ou seria 1969?) quando meu primo me convidou para assistir a um jogo de futebol no Governador Bley. Desconfiado, aceitei. Imaginei que assistir ao Rio Branco jogar não haveria de incluir nenhum tipo de risco a minha saúde, pensei otimista. Era mais que razoável desconfiar de qualquer proposta vinda dos cafundós das motivações desse meu querido primo: sua aventura favorita, para meu pavor, era nos conduzir do Centro da cidade a Jucutuquara, no Sinca Chambord do pai, meu tio Mauro Borges, a mais de 100 quilômetros por hora, em duas rodas nas curvas da Beira Mar e sem carteira de habilitação. Na hora do jogo ele disse: pega aquela almofadinha e vem comigo. Lá fui, com a almofadinha embaixo do braço. Enveredou por dentro da Escola Técnica, com as prerrogativas de filho do seu pai, meu tio, diretor da escola e fomos até o pé da grande caixa d'água. Enquanto eu pensava "o que estamos fazendo aqui que não estamos nos portões de entrada do estádio", ele começou a escalar a escadinha de serviço daquela estrutura. Quando chegou no alto gritou: "vem!" Confesso que fui pra não fazer feio. E foi assim, assustado, com as perninhas balançando sobre o espaço vazio, no alto daquela enorme caixa d'água, sem nenhum anteparo ou proteção, sob uma ventania outonal, que sói acontecer por essas plagas, que tentei assistir ao meu primeiro jogo de futebol em Vitória. Não me lembro de nada, o medo foi muito maior que o interesse pelo esporte. Não dava pra confiar naquele primo, nem para ir a um simples jogo de futebol.

 


 

Texto comentado: O fantasma no parque: Luiz Guilherme Santos Neves (para ler, clique aqui)

 

Juca Magalhães escreveu:

Invadir o passado assim é coisa de gênio, porque o que foi é hoje ainda, outra coisa, mas em nossa presença.

 


 

Vídeo comentado: Café Literário Sesc: José Roberto Santos Neves (para assistir, clique aqui)

 

Karina Fleury escreveu:

Eu perdi este Café Literário, mas não posso deixar de parabenizar aos \"Josés\" que nele brilharam e, é claro, ao Pedro por nos presentear com o site Tertúlia! Abraços, Karina.

 


 

Vídeo comentado: Luiz Busatto - Nomes e raízes italianas (para assistir, clique aqui)

 

Reinaldo Santos Neves escreveu:

Mais uma preciosa contribuição de Tertúlia ao \"museu de imagem e som\" em que preserva depoimentos importantes sobre a cultura capixaba.

 

Fernando Achiamé escreveu:

Belo depoimento de Luiz Busatto, que valoriza as dimensões humana e emocional na pesquisa histórica.

 


 

Ana Cristina Costa Siqueira escreveu:

Prezados senhores do Tertúlia Literária. Hoje é minha primeira visita. Já passam das 2h50m e também me sinto em casa, ouvindo depoimentos de uma geração que, bem antes que eu acordasse, já fazia história - precisei, distraída, de caminhar pelas margens, ouvindo o eco de suas vozes, continuado, por fim, na imaginação, que sempre nos acrescenta algo valioso, intuitivo. Registro encantador!

 


 

Vídeo comentado: Pedro J. Nunes e o romance Menino (para assistir, clique aqui)

 

Ana Cristina Costa Siqueira escreveu:

Minha intenção não é fazer um comentário da obra, pelo menos por enquanto, mas dizer que amei os comentários do próprio autor, a tranquilidade com que narrou passagens do romance,\"Menino\", como um amante confesso, de olhar minucioso e, ao mesmo tempo, sutil (ou a sutileza estaria exatamente nas minúcias). Imagino que todo escritor se atenha a períodos significativos, vivenciados no presente, ou num lampejo de memória - mas sua mão pesa sobre \"as personagens reais\", que embora, para ele, compartilhem intimamente de suas emoções - conforme entendi -, mesmo essas personagens não trazem todos os traços bem definidos nem suas impressões serão fielmente registradas; fragmentam-se (aqui estou eu, parafraseando!), e a partir daí, dessas pequenas fendas, começa o trabalho do escritor. Acredito que a tessitura seja o melhor arremate para uma história, como o é para um poema. Tudo depende do olhar de quem escreve e de quem lê.

 


 

Texto comentado: Ritchie Blackmore's "New Age": Pedro J. Nunes (para ler, clique aqui)

 

Francisco Grijó disse:

Mas não é a própria mídia, caro Pedro, que glorifica Hendrix, Page e Clapton? A mídia erra? E o que dizer dos guitarristas de jazz, cujas cordas enchem corações e esbanjam talento?

 

Pedro J. Nunes disse:

Meu caro amigo, a mídia anda ao sabor de uma maré cheia de pets encarquilhadas e não pára em nenhuma praia. Esse trio Page, Clapton e Beck foi, durante muito tempo, a única coisa que a imprensa viu. Na época, Ritchie Blackmore, extremamente técnico, escreveu uma provocação, a música Wring that neck, um desafio para os maiores guitarristas. Basta ouvi-la e ver por quê. Page nunca a tocaria. E se você quiser distinguir Page de Blackmore, ouça Hot dog, do cd In through the out door, do Led Zeppelin, em que Page masca (e em estúdio!), e compare com qualquer versão, inclusive as gravadas ao vivo, de Lazy, cuja matriz saiu no Machine head, um clássico do Deep Purple. Voltaremos a falar sobre o assunto. Mas ponha Hendrix fora dessa história. Hendrix é Hendrix.

Quanto aos guitarristas de jazz, é puro deleite. O pior deles toca muito melhor do que qualquer guitarrista de Heavy, esses devoradores de arpejos.

 

Getúlio disse:

Ouso me meter em tão erudito diálogo. Depende do guitarrista de jazz, e depende do "devorador de arpejos". Nem sempre meter dissonância em acordes ou arpejá-los dissonantemente é sinônimo de competência. Quanto a Page, pra ele eu escalo Tony Iommi. Quanto a Blackmore, é o melhor. Mas o Purple pode se gabar de ter tido também Bolin e Morse. Não há outra banda assim. Mas existe também um tal de Van Halen, senhores...

 

Gabriel Caio disse:

Tá, vocês estão falando de guitarristas de Rock e Jazz. Mas estão ignorando o mais importante, os guitarristas do estilo pai tanto do Jazz quanto do Rock, me refiro, obviamente, ao Blues. B.B King toca com mais sentimento do que qualquer guitarrista. Alem do mais, Jimi e Wes já possuem um vasto histórico de Blues.

 

Gmpastana disse:

Realmente, não conheço nenhum guitarrista que se compare ao grande amigo e conterrâneo Sebastião Tapajós... por favor antes de me criticar procurem ouvir algo gravado por ele ( são mais de 50 trabalhos, a maioria lançados somente na Europa ).
É claro que a sua técnica violonística é diferente em demasia das escaladas de Blackmore, Van Halen, Steve Morse, Satriani, Vai,John Petrucci... mas o que ele faz com um simples violão sem pedaleiras, efeitos de 1º mundo... é espantoso...digo porque ja vi de perto.
Concordo plenamente que poucos guitarristas sejam exceção no que concerne a criatividade e singularidade musical:  Steve Hackett (violonista nato), Martin Barre, Franco Mussida (excelente guitarrista e violonista estupendo), Robert Fripp, David Gilmour, Steve Howe, John Maclauglin, Steve Morse.

 


 

Vídeo comentado: Zé Benedito: carreiro (para assistir, clique aqui)

 

André Gurgel disse:

Caro amigo, parabéns pelos 6 minutos de pura emoção e história.

 

Andréia Delmaschio disse:

Que bonito vídeo! E um texto de abertura emocionado e emocionante. Também meu pai exerceu esse ofício, na juventude, de que resta em algum recanto um registro fotográfico de que jamais me esquecerei: bois de longuíssimos chifres, fantásticos em preto-e-branco, adiante meu pai e seus irmãos. Dos ecos que a fotografia, se fosse sonora, revelaria, retirei talvez, sem perceber, o nome para o meu blog: Aboio de fantasmas. Parabéns, Pedro, pela realização. Abraços. Andréia Delmaschio.

 


 

Vídeo comentado: Igreja do Queimado, de Pedro J. Nunes (para assistir, clique aqui)

 

Deny Gomes disse:

Grande emoção ao ver o local onde seres humanos, negros e brancos, sofreram pela incompreensão e a violência dela decorrente. Belo vídeo e comovente trilha que evidenciam a importância de se recuperar a memória capixaba. Parabéns!

 

Tertuliano disse:

O vídeo sobre a igreja do Queimado com trilha musical original mostra a preocupação constante de Tertúlia com o registro da memória capixaba, um dos temas que são a razão de ser do site e o tornam um importante instrumento de informação da cultura do Espírito Santo.

 

Marcos Tavares disse:

Revendo esses escombros, justo num dia 13 de Maio, passou e minha memória todo um filme: o da saga dos escravizados aqui no Brasil. E o episódio focado na construção dessa Igreja é um forte ícone daqueles... negros tempos!

 

Rogério Coimbra disse:

Excelente incursão no mundo visual, depois de bem-sucedidas experiências na escrita e na música: Pedro J. Nunes inova e se renova.
Tristes são os escombros da igreja de São José do Queimado, sempre revelando frustração e melancolia.
A propósito, quem assina a trilha ?

 

Pedro J. Nunes disse:

A trilha é de domínio público. Trata-se de Sweet sweet spirit, com Mariana Nunes ao piano e Jimmy Green ao violão de náilon.

 


 

Vídeo comentado: Literatura Capixaba em Santa Maria de Jetibá (para assistir, clique aqui)

 

Thalita Rossow Vollbrecht disse:

Bom, primeiramente gostaria de agradecer ao Adilson e ao Pedro por terem aceitado o nosso convite. Fiz parte da comissão de recepção e da abertura do "evento", tivemos muito trabalho em organizar tudo, mas tendo vocês de nosso lado falando sobre suas obras, a história de cada um e a literatura de nosso estado em geral nem se leva em conta o resto.
Agradecemos também a nossa professora Regina, ou, como nós a chamamos, Zezinha. Ela que nos deu a maior força e nos ajudou nos mínimos detalhes para tudo correr bem.
Foi um prazer enorme conhecer dois grandes autores da literatura capixaba. Espero que voltem mais vezes. Convite é que não vai faltar de nossa parte. Um forte abraço.
 

Wellington Gums disse:

Sou aluno da Escola Graça Aranha em Santa Maria de Jetibá.
É muito com saber que grandes autores como Pedro e Adilson gostaram de minha escola, de minha professora e de nosso trabalho.
É uma honra ter mantido contato direto e conhecido dois monstros da literatura capixaba. Isso faz de mim e dos outros alunos da escola pessoas realizadas e felizes.
Obrigado Pedro e Adilson pelo carinho demonstrado por nós, por nossa escola e por nosso trabalho!

 


 

Texto comentado: Capital do retrocesso, ou o caos: Pedro J. Nunes (para ler, clique aqui)

 

José Tatagiba disse:

Pedro, achei muito legal. Sei lá, me faz bem recordar daqueles anos. Um tempo mais calmo. Não é apenas saudosismo.
E um texto "conversado" como este faz a gente voltar ao passado. Aguardo outros. Parabéns.

 


 

Alessando Folli disse:

Vendedor de livros???

 

Hoje estive pensando o quão grande é a diferença entre um "vendedor de livros" e um "livreiro".

 

Hoje uma pessoa que está de passagem trabalhando em uma livraria se intitula "vendedor de livros", o que a meu ver é muito pouco para dignificar uma profissão belíssima que está em extinção. É verdade, o profissional do livro está em extinção!


Este ser que ainda pode ser encontrado em algumas livrarias e distribuidoras Brasil afora na verdade não é um simples "vendedor de livros", é mais do que isso, é um amante incondicional da arte de levar informação a um público muito vasto como o que frequenta uma livraria. Estamos falando do "livreiro", este sim, é o verdadeiro profissional do livro: aquele que "ama o livro acima de tudo" e não simplesmente fica dentro de uma livraria, seja ela física ou virtual, atendendo ao cliente simplesmente no que ele procura.

 

O "livreiro" respira livro, vive a atmosfera do livro e por isso consegue com simplicidade diferenciar o que cada cliente deseja, e com uma magia só pertencente aos verdadeiros livreiros cria gerações de pessoas que como ele não são simples clientes, são também "amantes incondicionais do livro".

 

Este é um breve desabafo de quem realmente vive o livro. Eu digo com orgulho quando perguntam qual a minha profissão: Sou LIVREIRO!

 

Alessandro Folli

Livreiro

 

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