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ANO X | Março de 2015

 

 

   

   

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Às vezes sim, às vezes não

 

Quando o então capitão Vasco Coutinho, afundado em sua rede de embiras, deu a primeira tragada para beber o fumo da erva maldita que lhe custaria mais tarde a excomunhão deitada com mão de ferro pelo bispo Fernandes Sardinha, exclamou em êxtase:

 

- O Espírito Santo está cada vez melhor!

 

Era a frase predileta do governador, cacoete verbal de quem acreditava na cria em formação – a capitania do Espírito Santo – estivesse sóbrio ou embalado pelo fumo amargo e malcheiroso, quando a proferia.

 

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Rio Branco

 

A saudade sempre nos permite elaborar uma espécie de “compacto”. O jogo da vida pode ter a duração do “tempo regulamentar”, mas esses “compactos”, em geral, não passam de poucos minutos. Há os que se impacientam quando uma pessoa de mais idade começa a falar dos “bons tempos”. Se lhes fosse explicado que se trata de um mero “compacto” em que são eliminadas as bolas fora, os tiros de meta, etc., enfim lances que podem ou devem ser esquecidos, talvez fossem mais indulgentes.

 

Feito o necessário nariz de cera, passo ao assunto que surgiu numa conversa com o Miguel Depes Tallon: o futebol de Vitória “naquele tempo”.

 

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Vestígio de uma noite antiga

 

Dona Anecy, desligando a TV, me chamava, já abrindo a tampa de sua eletrola Phillips portátil, vermelha, trocando comigo um olhar de cumplicidade. Ela apreciava, e me ensinou a apreciar os cantores que ouvia: Nelson Gonçalves e Orlando Silva. Pedia o disco, pegue aí para mim o disco do Orlando Silva, não, não esse, aqueloutro, ah, esse mesmo, e suas mãos trêmulas colocavam a agulha no início dos sulcos. Havia também uns discos da Núbia Lafayette e da Elizeth Cardoso, que de vez em quando caíam no gosto da vitrolinha vermelha.

 

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O faxineiro

 

“Vamos pro parque da Redenção!” Nem precisava falar. Era para lá mesmo que o bando fugia todas as tardes depois de terminar o dever de casa, incumbência da escola que a mãe obrigava a fazer, sob pena de não pôr os pés na rua. Além daqueles do prédio da rua Santo Antônio, no bairro Bonfim, outros amigos da vizinhança e até alguns do bairro da Azenha – nem tão próximo assim –, nos juntávamos perto do lago, no centro do Parque.

 

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Depoimentos de Afonso e Álvaro Abreu sobre Rubem Braga

Pedro J. Nunes fala de seu documentário sobre o Parque Moscoso

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